sexta-feira, 24 de setembro de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
CRÔNICAS
Abaixo postei algumas crônicas cometidas por mim. Escrevi-as não por falta do que fazer, mas por falta de vontade de fazer as coisas que precisava. Enfim, venho as reformulando há tempos e não chego no ponto que queria. Mas como cobrado, aqui estão elas!
domingo, 11 de abril de 2010
NOVA CARA
Mudanças no blog. Como não conseguir fazer a função “comentários” funcionar no antigo formato, tive que mudá-lo. Embora muito mais simples e sem aquela xícara de café que era bacana pra**, esse novo modelo permite comentários. Espero ter interlocutores agora! Para comentar, basta estar com o orkut loado, ou com qualquer outra conta google aberta.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
domingo, 4 de abril de 2010
CARREIRA?
Ontem, enquanto zapeava canais na TV aberta, deparei-me com aquela guria que foi hostilizada há um tempo por usar um vestido muito curto em uma faculdade. Ela estava escolhendo um namorado e, para isso, fazia algumas perguntas aos candidatos, a fim de conhecê-los melhor. Uma das perguntas que ela fez foi: “Você vai saber conciliar nosso namoro com minha carreira?”
Carreira? Que carreira, meu Deus?
Ficar até madrugada resenhando livro de linguística ninguém quer. Usar vestidinho curto e escolher namorado na TV...
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Como mal consigo manter esse blog sempre atualizado, resolvi não aderir ao twitter para não ter outro compromisso virtual. No entanto, a curiosidade de compreender qual a emoção de escrever qualquer bobagem em 140 caracteres foi maior e me fez abrir esse espaço no blog! A partir de hoje, compartilharei algumas coisas nesse tag – twitter – sempre que possível! Começando por esse poema, de Paulo Leminski, que muito tem a ver com a situação!
Razão de Ser (Paulo Leminski)
Escrevo. E pronto. Escrevo porque preciso, preciso porque estou tonto. Ninguém tem nada com isso. Escrevo porque amanhece, E as estrelas lá no céu Lembram letras no papel, Quando o poema me anoitece. A aranha tece teias. O peixe beija e morde o que vê. Eu escrevo apenas. Tem que ter por quê?
